Acolhimento – Fernanda Mainier Hack

Conversamos com Fernanda Mainier Hack – mãe de duas meninas com alergia alimentar, advogada, Procuradora do Estado do Rio de Janeiro, fundadora e moderadora do grupo Meu filho é alérgico a leite – MFAL, ex- moderadora dos grupos Soluções para noites sem choro e Grupo Virtual de Amamentação, uma das coordenadoras da campanha Põe no Rótulo e da página Crescer sem Violência.

Fernanda, para você qual a importância da formação de redes solidárias para proporcionar apoio aos familiares de crianças alérgicas e promover a conscientização das pessoas em geral?

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“Os grupos de apoio virtuais têm ganhado cada vez mais força nos últimos anos. No que diz respeito à alergia alimentar, os grupos têm mostrado a sua importância em razão da rede de apoio e solidariedade que proporcionam a quem deles participa.semana (47)

Diariamente, esses grupos recebem mães desamparadas, muitas vezes sem apoio da família ou do médico para seguir amamentando seus bebês com alergia alimentar, além dos inúmeros desafios de ter uma criança alérgica dentro de casa (desafios com a dieta, dificuldades com os rótulos de alimentos industrializados, dificuldades com a exclusão escolar e no próprio ambiente familiar são as queixas mais comuns).

O papel dos grupos mostra-se fundamental na medida em que a troca de experiências, o apoio mútuo e o acolhimento proporcionam, através da conscientização do tema da alergia alimentar, o empoderamento necessário para que essas mães busquem melhor qualidade de vida para seus filhos.”